Caminhos do Desenvolvimento Verde
na Agenda do Pará 2030

Estudo realizado pela The Nature Conservancy com apoio da SITAWI Finanças do Bem e Agroicone

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Desenvolvimento de Cenários de Uso da Terra e Custos de Implantação

Voltado a fortalecer a sustentabilidade do plano de desenvolvimento Pará 2030 e assim aumentar sua capacidade de atração de investimentos, este estudo faz um balanço da implementação do Código Florestal associado à espacialização das metas de expansão de sete cadeias produtivas atreladas ao uso do solo (pecuária, grãos – soja e milho -, cacau, agricultura familiar – mandioca -, açaí, palma e floresta plantada), identificando um desenho ideal – ainda que dinâmico – das melhores oportunidades de alocação geográfica das áreas de produção, por meio do Modelo de Uso da Terra para Agropecuária Brasileira (BLUM).

 

 

 

Os estudos que deram origem a esta publicação procuraram responder a quatro questões fundamentais a respeito do Plano Pará 2030, do governo do Estado do Pará:

1. As metas econômicas do Pará 2030 são compatíveis com as metas de redução do desmatamento associadas ao plano?


2. Quais as regiões do estado com as melhores oportunidades para a implantação da agenda de desenvolvimento verde proposta pelo governo?


3. Qual o impacto da inclusão dos custos de regularização ambiental, necessários para o cumprimento do Código Florestal, para o Pará 2030?


4. Qual é o custo total e a disponibilidade de recursos para implementar a agenda do Pará 2030?

Essas questões são estratégicas porque o Pará 2030 está inserido em um contexto regional de desafios sistêmicos, que incluem gargalos como as regularizações fundiária e ambiental, a falta de capacitação (principalmente assistência técnica e extensão rural) e dificuldade de acesso ao crédito. A hipótese central deste estudo é que, se as respostas a essas quatro perguntas podem demonstrar a sustentabilidade do Pará 2030, também garantem a capacidade de atração de investimentos para o plano.

 

Para as análises econômico-financeiras foram estimados os custos de cumprimento do Código Florestal mediante duas técnicas de restauração distintas (restauração passiva e semeadura direta), assim como os custos de implementação da agenda de expansão agropecuária previstas no Plano Pará 2030 (custeio, investimento, arrendamento, endividamento), para os mesmos três cenários. Por fim, foram estimados os recursos já disponíveis e lacunas financeiras para cumprir essa agenda.

 

Pará 2030

Lançado em 2016 pelo governo estadual, o Pará 2030 – Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Pará, é uma iniciativa cujo objetivo é fomentar o desenvolvimento sustentável no estado. É parte do Programa Pará Sustentável, que tem o objetivo de reduzir a pobreza e a desigualdade no estado ancorado em três pilares: Pará 2030, voltado para a área do desenvolvimento econômico, incentivando as cadeias produtivas para fomentar a geração de emprego e renda; Pará Social, destinado ao desenvolvimento familiar e inclusão social; e Pará Ambiental, direcionado à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente.


Os resultados esperados do Plano Pará 2030 são: igualar o PIB per capita do estado ao do país em 2030; criar 3 milhões de novos empregos, com aumento de 85% de massa salarial, reduzir em 80% as emissões de gases de efeito estufa por unidade de PIB; realizar projetos prioritários e conseguir ter 100% da malha viária avaliada como boa ou regular; e desenvolver um modelo holístico de exploração sustentável de recursos da biodiversidade, contemplando fomento a protocolos comunitários, geração e gestão do conhecimento, e atração de investimentos.

A SITAWI Finanças do Bem mobiliza capital para impacto socioambiental positivo.

Saiba mais: www.sitawi.net