Controvérsias ASG 2017

Uma análise dos fatos controversos de 100 empresas brasileiras em questões ambientais, sociais e de governança

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SOBRE O ESTUDO

O relatório Controvérsias ASG 2017 apresenta resultados do monitoramento das controvérsias de 100 empresas brasileiras em questões ambientais, sociais e de governança (ASG) ao longo do ano. A análise das controvérsias, portanto, traz evidências sobre o desempenho socioambiental das companhias e traça perspectivas de sua exposição a riscos operacionais, reputacionais e legais, além dos impactos sobre a comunidade no entorno de suas operações, seus clientes, investidores e demais partes interessadas.

Em sua quinta edição, a publicação traz uma inovação metodológica: a comparação do desempenho das empresas através do Índice de Controvérsias. “Levamos em consideração o porte de cada empresa para refinar o índice, de maneira a não prejudicar empresas de maior porte que, naturalmente, estão mais expostas a controvérsias. Além disso, ponderamos as controvérsias por severidade, para refletir o maior impacto reputacional e eventualmente econômico de eventos mais críticos”, explicou Cristóvão Alves, analista-chefe da SITAWI.

FINANÇAS DO BEM

Fundada em 2008 com a missão de mobilizar capital para impacto socioambiental positivo, a SITAWI Finanças do Bem é uma organização pioneira no desenvolvimento de soluções financeiras para o setor social e na análise da performance socioambiental de empresas e setores.

A SITAWI monitora e modela impactos socioambientais nos negócios e aconselha instituições financeiras (bancos, seguradoras, fundos de pensão e gestores de recursos) na incorporação de questões socioambientais em suas estratégias de negócio, desenvolvimento de produtos, análise de riscos e investimentos. Foi eleita por investidores como a 10ª melhor casa de pesquisa socioambiental do mundo e teve o segundo melhor analista, além de outros dois integrantes entre os 20 mais bem colocados no ranking Independent Research in Responsible Investment - IRRI 2017.

"Um mundo onde o capital é mais barato, abundante e paciente para organizações e negócios que geram impacto socioambiental positivo"