Controvérsias ASG 2016

Uma análise dos fatos controversos de 100 empresas brasileiras em questões ambientais, sociais e de governança

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SOBRE O ESTUDO

Com gravidade e extensão excepcionais, o desastre socioambiental ocorrido em Mariana (MG), ainda no fim de 2015, levou a Vale à posição de empresa com maior número de controvérsias no relatório Controvérsias ASG 2016, elaborado pela SITAWI Finanças do Bem. A Petrobras ficou na segunda posição, seguindo uma tendência de redução do número de controvérsias após o pico alcançado a partir da deflagração da Operação Lava Jato em 2014. A JBS, assim como no ano anterior, aparece em terceiro lugar, novamente afetada em grande parte por questões trabalhistas. A Eletrobras ocupou a quarta posição, sendo a empresa mais controversa do setor de Serviços Públicos. A quinta empresa com maior número de controvérsias foi a Oi, influenciada por sua recuperação judicial.

A análise das controvérsias sobre o desempenho ASG das empresas joga luz sobre a importância de políticas e procedimentos que permitam maior responsividade para lidar com as situações de riscos operacionais, reputacionais e legais, além dos impactos negativos sobre as comunidades localizadas próximas aos locais de atuação das companhias.

O relatório Controvérsias ASG 2016 apresenta resultados do monitoramento das controvérsias de 100 empresas brasileiras em questões ambientais, sociais e de governança (ASG) ao longo do ano. A análise das controvérsias, portanto, traz evidências sobre o desempenho socioambiental das companhias e traça perspectivas de sua exposição a riscos operacionais, reputacionais e legais, além dos impactos sobre a comunidade no entorno de suas operações, seus clientes, investidores e demais partes interessadas. 

Em 2016, foram registradas 272 controvérsias, das quais mais da metade foram relacionadas às cinco empresas listadas nas primeiras posições. Na análise por tema, destaca-se a maior quantidade de controvérsias relacionadas à Governança, em razão tanto da deflagração da Operação Greenfield quanto dos desdobramentos das Operações Lava Jato e Zelotes, casos que têm gerado maior repercussão e impacto sobre as empresas envolvidas nos últimos três anos.

FINANÇAS DO BEM

Fundada em 2008 com a missão de mobilizar capital para impacto socioambiental positivo, a SITAWI Finanças do Bem é uma organização pioneira no desenvolvimento de soluções financeiras para o setor social e na análise da performance socioambiental de empresas e setores.

A SITAWI monitora e modela impactos socioambientais nos negócios e aconselha instituições financeiras (bancos, seguradoras, fundos de pensão e gestores de recursos) na incorporação de questões socioambientais em suas estratégias de negócio, desenvolvimento de produtos, análise de riscos e investimentos. Em 2016, foi eleita por investidores como a 9ª melhor casa de pesquisa socioambiental do mundo e teve o segundo melhor analista socioambiental, além de outros dois entre os 15 mais bem colocados (Extel Independent Research on Responsible Investment - IRRI 2016).

"Um mundo onde o capital é mais barato, abundante e paciente para organizações e negócios que geram impacto socioambiental positivo"